
Ainda estou aguardando sair o resultado do ressonância que fiz na quinta-feira.
E nesse hiato me invade uma tristeza e um vazio estranho...
O esporte é um grande amigo, e não imagino parar de praticar algo que me deixe tão feliz.
Corri ontem ( domingo) bem cedinho, antes do mundo acordar, mas nos primeiros 5k, já estava ele ali , o joelho esquerdo, me lembrando que era pra parar.
Prontamente atendi a vontade do joelho, e imediatamente embarquei numa tristeza, num inconformismo.
Voltando pra casa, me dei conta das distâncias que corria livre e solta, sem imaginar que as dores estavam prestes a surgir.
Qual a fórmula que acumulei de estresse para que o crash acontecesse assim... tão sorrateiramente?
Por enquanto sem respostas.
Abraço... Ingrid
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