A postagem de hoje foi criada a partir de um pedido específico de uma amiga/cliente para desenvolver um conteúdo sobre os nossos produtos. Essa abordagem faz parte do meu [eu] de trabalho... aliás, quero abordar cada vez mais essa simultaneidade que habita em mim. Ela pediu um texto que falasse sobre a RoxetteStore — e eu enviei o meu conceito íntimo (de hoje) sobre a marca. A Roxette é uma referência — uma experiência criativa e de vida dos anos 80 e 90 — entre luz e sombra, arte e música. O formato de produção, a comunicação da marca em todo o processo, a linha criativa e a experiência de cada entrega refletem essa essência. A importância do contato direto, sem interferências e sem camadas, é o que nos mantém em sintonia com quem nos inspira. A criação acontece em todos os quadrantes da marca: ela flutua entre produto, imagem e design, devolvendo ao mundo o melhor de todos esses universos. E, neste momento, declaramos abertamente — estamos em movimento. Desde 2018, ousamos...
Não tá morto quem peleia, e volto justamente com essa máxima gauchesca aos treinos e aos objetivos corrísticos, uma vez que 2014 não estava (sim no passado mesmo) sendo um ano de muitas ambições nesse sentido. O engraçado é que mesmo sentindo muita falta de treinar , não consegui fazer uma agenda positiva nesse sentido. 2014 está sendo um ano de muitas mudanças, todas muito boas, mas em um volume fora do habitual. Por mais que tentasse o corpo se sobrecarregou. Muitas horas a mais de trabalho, poucas horas de sono e o momento era esse de romper as barreiras para poder entrar nesse “novo” em que me encontro hoje. Não acho que tenha sido desculpa, e também não me culpo. Mas precisei assimilar essa nova condição e cá estou eu retornando... Lépida e faceira ao encontro de mim mesma... Uhuuu, adoro correr e sei o quanto isso me faz bem, então quando me jogo... Estraçalho-me... E juro, estava precisando sentir essa sensação novamente. Como a rotina ta bem mais kamikaze ...